A última cartada: Vasco entra com pedido para mudar vara de ação da urna 7

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Urna 7 nas eleições do Vasco (Foto: André Durão)

Urna 7 nas eleições do Vasco (Foto: André Durão)

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O Vasco entrou com uma petição nesta segunda-feira para alterar os rumos da ação que investiga a urna 7. O clube pede que o caso seja apreciado na 17ª Vara Cível do Tribunal de Justica – atualmente está na 52ª.

O argumento do Vasco é de que houve burla na distribuição do processo. Internamente, o clube questiona a atuação da juiza Maria Cecilia Pinto Gonçalves. Se conseguirem, o processo em segunda instância sai automaticamente também da 17ª Camara e vai para 12ª Camara.

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A 17ª Vara Cível é a mesma da desembargadora Marcia Alvarenga, responsável pela última decisão do caso, que fez com que os votos da urna 7 fossem válidos.

Alvarenga também determinou perícia na urna. O prazo para a entrega de um laudo simplificado termina nesta segunda-feira.

Entenda o caso

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A eleição do Vasco foi realizada no dia 7 de novembro, em São Januário. Nela, 691 nomes da lista de sócios foram indicados para votar numa urna separada – a urna 7. Destes, 475 compareceram à votação.

Estes nomes são os sócios de que se filiaram ao clube em novembro e dezembro de 2015, num fluxo muito maior que o registrado nos meses anteriores. O Vasco alega que houve um represamento anteriormente por causa do fim da categoria de sócio geral – que aconteceu no fim daquele ano.

Ao todo, 90% dos votos da urna 7 foram a favor de Eurico Miranda e determinaram a vitória do atual presidente do Vasco. Por causa da suspeita de irregularidades, a oposição entrou na Justiça para tentar anular os votos – o que foi conseguido numa primeira decisão, agora revogada.

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A eleição do Vasco é indireta. A chapa vencedora elege 120 conselheiros, enquanto a segunda colocada escolhe 30. Estes 150 se unem aos 150 conselheiros natos para, juntos, numa reunião do Conselho Deliberativo, decidirem o presidente. Ainda não há data para que este encontro aconteça.

Fonte: Globoesporte.com

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