Feliz no Vasco, jogador lembra ‘gelo’ de Rogério Ceni: ‘Fiquei sem entender’

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As nuvens negras já se foram para Wellington. De criticado em sua chegada ao Vasco, passou a ser elogiado e se tornou titular absoluto. A ascensão e o bom momento no clube carioca são creditados, em boa parte, ao técnico Zé Ricardo, que o escalou entre os 11 desde que assumiu a equipe. A gratidão demonstrada ao treinador contrasta com a análise que faz do período em que foi comandado por Rogério Ceni no São Paulo.
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Cria do Tricolor paulista, onde atuou por sete anos, ele se viu relegado pelo ídolo são-paulino no período em que o ex-goleiro foi técnico por lá. Embora diga não guardar mágoa, admite que ficou triste e surpreso com a falta de oportunidade, fator que o motivou a procurar Ceni para uma conversa em particular onde solicitou sua liberação para se transferir.

Site oficial do São Paulo

Wellington e Ceni jogaram juntos no São Paulo antes do goleiro virar técnico

“Não, de forma alguma (sobre ter mágoa dele). O Rogério é um ídolo dentro de campo. Eu tenho 14 anos de São Paulo. Quando eu era da base, treinava com os profissionais e o via. Depois, quando subi com 17 anos, ele já era goleiro-artilheiro. Minha admiração é muito grande com ele enquanto atleta, mas como técnico eu não tive nenhuma oportunidade de mostrar meu trabalho para ele. Apesar de estar treinando em alto nível, ele teve outras escolhas, mas isso acontece com qualquer treinador e grupo. Então, por isso, optei por sair. Quando tive a oportunidade, eu procurei conversar sinceramente com ele para ter oportunidade de jogar no Vasco e fazer meu trabalho”, declarou ao UOL Esporte.
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Antes de ser cedido por empréstimo ao Vasco até o fim desta temporada, Wellington havia recebido propostas de Fluminense e Sport e demonstrou vontade de se transferir. Segundo o volante, porém, Rogério Ceni não o liberou. Com a permanência definida, o jogador acreditava num maior aproveitamento, mas não foi o que aconteceu. Ele disputou apenas quatro partidas, sendo que apenas uma como titular.

“Eu sou um atleta que quero competir, sou muito competitivo, então quero sempre estar no bolo. Não vou pedir para me colocar de titular, isso vou brigar no dia a dia mostrando minha qualidade, mas quando você vê que não tem oportunidade, tem que procurar novos ares, e foi o que fiz. Em janeiro o Fluminense veio muito forte, me queria, e o próprio Ceni não me liberou. Depois de mais ou menos quatro meses, pude ver que não ia ganhar oportunidade e pedi para me liberar. Os dois tiveram muito interesse de me contratar (Flu e Sport), mas o São Paulo não liberou e, ao mesmo tempo, também não me deu oportunidade. Então, fiquei meio sem entender pela história que eu tinha no clube, pelo que o Rogério já me conhecia… Por isso pedi para sair, porque não queria atrapalhar ninguém e nem o grupo. Quando o jogador não está jogando fica triste, e eu ficava muito porque queria ajudar”, se recordou.

FONTE: UOL
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