Jean dá receita para pontuar fora de casa e brinca com “dupla sertaneja” com Gilberto

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m dez rodadas no Brasileirão 2017, o Vasco vive uma gangorra de vitórias e derrotas. E, não por coincidência, o fator mando de campo tem pesado. São cinco triunfos e um revés em São Januário, e nenhum ponto marcado fora de casa. O bom retrospecto em seus domínios, ao menos, garante uma boa classificação: a equipe é a sexta colocada na competição.

Mas os jogadores sabem que é preciso somar pontos como visitante para que o time almeje voos mais altos. E na coletiva de imprensa desta terça-feira, o volante Jean disse acreditar que o caminho para isso é jogar da mesma forma como joga em casa.

– Sabemos do bom retrospecto dentro de casa, é muito bom para qualquer equipe pontuar dentro de casa. Você já consegue uma média de 10º lugar para cima com isso. Mas temos que buscar pontos fora. Trabalhamos dia após dia. O Milton conversou conosco sobre isso, para mantermos nossa postura, o que temos feito dentro de casa fazer fora também. Manter nossa identidade, nossa marcação, nosso contra-ataque rápido, a maneira como envolvemos, enfim, manter nossa postura.

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Para Jean, está faltando para o Vasco se impor nas partidas longe de São Januário para poder conseguir ter atuações tão boas fora quanto em casa:

– É mais questão de se impor como Vasco. Chegar fora de casa com total respeito de equipe grande. Nós somos o Vasco dentro de casa e temos que ser o Vasco fora de casa. Não que a camisa vá jogar sozinha, mas temos que nos impor – explicou.

O próximo desafio do Cruz-Maltino é domingo, contra o Coritiba. E o palco da partida Jean conhece muito bem. Por causa do replantio do gramado do Couto Pereira para o inverno, o jogo foi transferido para o Durival de Britto, a Vila Capanema, estádio do Paraná, clube que o volante defendeu entre 2014 e 2016.

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– Vou me sentir praticamente em casa. Fiquei três anos lá em Capanema. É um estádio muito bom para se jogar, muito aconchegante. Vamos encarar da mesma maneira, já iríamos jogar fora de casa. Para o Coritiba, acho que vai ser pior, jogar fora do Couto talvez eles possam sentir um pouco. Na condição que estamos na tabela, em sexto, uma vitória contra o Coritiba daria um respaldo muito maior para a outra semana que é de clássico (contra o Flamengo) – afirmou.

O volante também brincou sobre a “dupla sertaneja” Jean e Gilberto no setor defensivo do Vasco. Ele e o lateral direito lideram as estatísticas de desarmes no Brasileirão, com 36 e 39, respectivamente.

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– A dupla sertaneja está dando certo, Jean e Gilberto, os dois com mais desarmes! A equipe precisa daquele cara que arma, que cria, que dribla, e também daqueles caras que precisam carregar o piano, sempre falei isso. O Gilberto é um cara sensacional, desde que cheguei aqui, tenho uma amizade muito grande, parecia que a gente já se conhecia há anos. E isso acabou dando certo dentro de campo. No começo, no Carioca, eu jogava do lado dele e dava certo também. Hoje estou do outro lado (esquerdo), o Douglas joga mais do lado dele. Mesmo assim ele continua mostrando esse poder de marcação. Talvez pelo fato de ter vindo do futebol italiano, que joga com a linha de quatro baixa, ele acabou se acostumando com essa marcação mais forte. É válido para o grupo – disse.

Gilberto e Jean em treinamento do Vasco (Foto: Carlos Gregório Jr)

Gilberto e Jean em treinamento do Vasco (Foto: Carlos Gregório Jr)

Veja outros tópicos da coletiva de Jean

Pontos fora de casa

– Sabemos do bom retrospecto dentro de casa, muito bom para qualquer equipe pontuar dentro de casa. Você já consegue uma média de 10º para cima. Mas temos que buscar pontos fora. Trabalhamos dia após dia para o que fazemos dentro de casa fazer fora de casa também. Incomoda bastante. Sabemos do nosso potencial e por isso incomoda mais. Pegamos equipes muito boas dentro de casa, lutamos, vencemos. Mas aí quando chegamos fora de casa, por alguns motivos acabamos perdendo. Nós queremos buscar essa vitória fora. Uma vitória fora abre uma porta para nós. Quanto mais somarmos, melhor.

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Comemoração do gol de Nenê contra o Atlético-GO

– Esqueci que ele ia fazer essa comemoração. Ele ia armar uma bomba de C4, porque ele joga muito Counter Strike. Eu não jogo, mas concentro com ele. E aí eu brinco que eles têm sorte de eu não jogar, porque eles iam armar bomba e eu ia desarmar.

Ausência de Luís Fabiano contra o Coritiba

– Thalles é um garoto especial. Tem qualidade. É centroavante nato. Não sei se ele será o titular ainda, Milton ainda não confirmou, ainda não treinamos isso. Depois que ele começou a perder peso, parece que ele deu uma centrada na vida. Vendo ele nos treinos hoje, será mais merecido se ele entrar. O empenho que teve no último mês é de merecer aplauso.

Público em São Januário

– Nem no meu maior sonho eu achava que teria tanta gente em São Januário como no domingo. Isso te empurra, te dá uma vontade a mais, aquela vontade de dar um gás a mais. Torcedor entendeu que se estiver junto com a gente, se a gente fizer nosso trabalho dentro de casa, a gente vai conseguir um de nossos objetivos.

Nenê

– Quando o jogador tem um status renomado as pessoas criam um rótulo de que o cara é intocável, que não gosta de escutar algumas coisas. Mas o Nenê e o Luis Fabiano são muito abertos. O Nenê dá bom dia para todo mundo. O que prova que ele é um cara de caráter é que ele se entrega o tempo todo no jogo. Se doa muito. Dispensa comentários.

Fonte: Globoesporte.com

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