Milton Mendes elogia atuação do Vasco no empate contra o Palmeiras

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Apesar de o Vasco estar há quatro jogos sem vencer, o empate por 1 a 1 diante do Palmeiras, neste domingo, em Volta Redonda, foi exaltado pelo técnico Milton Mendes. Para o treinador, seu elenco conseguiu se superar.

– Queríamos vencer, trabalhamos para isso. Fizemos de tudo, tivemos oportunidades. Mas fomos buscar um ponto contra uma equipe recheada de bons jogadores, excelente treinador e estrutura extraordinária. Meus jogadores estão de parabéns, não desistiram. Seguraram a pressão – elogiou Milton Mendes.

O técnico destacou ainda o fato de o Vasco ter buscado o resultado, após sair atrás no placar.

– Esse ponto, diante das circunstâncias, foi bom. Mas estivemos mais perto de vencer do que de perder. Daqui a pouco as coisas mudam novamente para nós. As pessoas que gostam do Vasco podem ter certeza de que nunca vamos desistir – avaliou.

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Milton Mendes ainda comentou sobre a volta de Luis Fabiano e Nenê.

– Ambos estiveram bem. O Nenê sempre foi um jogador que nós queríamos. O Luis é nossa referência, a ponta do iceberg, precisamos muito dele. Estava cansado e não pude tirá-lo porque precisávamos dele. Fez tudo que podia, estamos orgulhosos. Se estiver bem na sequência, vamos mantê-lo. Temos ainda alguns jogadores que poderão entrar, como o Anderson Martins.

O técnico ainda detalhou a situação de Nenê, que, após ser reintegrado ao elenco, ficou no banco e entrou no segundo tempo contra o Palmeiras.

– Minha confiança sempre foi grande por ele. Estamos falando em termos de grupo. Trabalhamos por meritocracia, e, como ele ficou um tempo fora, automaticamente acabou perdendo espaço. Mas o seu treinador, Milton Mendes, entendeu que era o momento de ele entrar, porque havia espaço para ele no meio de campo. Tanto é que ele teve chance de fazer gol. Ele fez coisas boas. Tivemos três meias, ele, o Wagner e o Mateus. Só o Escudero que ficou fora, mas todos são importantes. Não temos que avaliar só o rendimento, porque estamos em um grupo. Ninguém pode se sentir injustiçado.

Fonte: O GLOBO
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