“O cara” na final do sub-20, Alan diz que “mudou muito” desde choro no Brasileirão

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Um cartão amarelo, uma insatisfação ao ser substituído ainda no 1º tempo, o choro no banco de reservas e pronto: a primeira oportunidade de Alan Cardoso no time titular do Vasco no Brasileirão, contra a Chapecoense, pela 7ª rodada, se tornou também a última até o momento.

Após aquele jogo, o garoto de apenas 19 anos foi alocado de volta ao elenco sub-20. De lá para cá, trabalhou em silêncio e voltou a integrar o grupo principal após o período que o Cruz-Maltino passou treinando em Pinheiral. Ficou no banco de reservas em duas ocasiões, porém, não foi aproveitado em nenhum jogo ainda.

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Alan não segurou o choro após ser substituído ainda no 1º tempo da partida contra a Chape, em 14 de junho (Foto: Reprodução)Alan não segurou o choro após ser substituído ainda no 1º tempo da partida contra a Chape, em 14 de junho (Foto: Reprodução)

Alan não segurou o choro após ser substituído ainda no 1º tempo da partida contra a Chape, em 14 de junho (Foto: Reprodução)

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Nesta semana, o Vasco convocou sete atletas do elenco principal para reforçar o time sub-20 nas finais contra o Flamengo, dentre eles, Alan e Paulo Vitor. E o jovem lateral aproveitou a oportunidade para mostrar serviço.

Com a faixa de capitão no braço, fez um golaço que decidiu a vitória vascaína por 2 a 1 na partida de ida, em Moça Bonita, em Bangu, e foi apontado como “o cara” pelos companheiros na comemoração.

Feliz pela volta por cima, Alan falou como encarou esses dois meses desde o episódio que acabou marcando seu início de carreira profissional:

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– Foi um momento difícil na minha carreira. Tive que ter muita cabeça, com ajuda dos meus familiares. Meu pensamento era trabalhar no sub-20 para poder ter uma nova oportunidade. O Milton me deu essa nova oportunidade, fui para dois jogos. E agora é seguir trabalhando para ter novas oportunidades mais a frente.

Aprendizado e volta por cima

O lateral garante que o ocorrido naquela noite de 14 de junho na Arena Condá faz parte do passado e que tudo serviu como lição.

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– Foi um aprendizado muito grande. Tive um ato de indisciplina e hoje eu ponho na minha cabeça que isso não vai se repetir, independentemente da situação, do jogo. Mas é tudo experiência de vida. Mudei muito após esse acontecimento e estou aí, me reerguendo.

Alan e os demais jogadores do elenco principal “emprestados” ao sub-20 se reapresentarão nesta quinta-feira em São Januário, voltam a treinar entre os profissionais e ficarão à disposição do técnico Milton Mendes para a partida deste fim de semana contra o Bahia, pela 21ª rodada do Brasileirão.

“É dar tempo ao tempo”

Calejado com os últimos acontecimentos, o jovem de 19 anos se diz preparado para fazer parte dos profissionais do Vasco, mas, ao mesmo tempo, se mostra paciente à espera de uma nova chance entre os titulares.

– Acho que esse gol foi bom para mim, para minha carreira, para minha passagem para os profissionais. Mas ainda é cedo (para pensar em titularidade). Tem o Ramon, tem o Henrique, que são excelentes jogadores. Eu estou aqui para suprir as necessidades do professor. Acho que a hora que tiver que chegar uma oportunidade o Milton vai saber e me colocar na hora certa. Não falta nada (para se consolidar nos profissionais). É dar tempo ao tempo. Não posso acelerar o processo. É saber que dei um mole e tenho que esperar a minha vez e batalhar.

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Alan recebeu o carinho dos companheiros de time e do técnico do sub-20 do Vasco, Marcus Alexandre, após gol (Foto: Carlos Gregório Jr.)Alan recebeu o carinho dos companheiros de time e do técnico do sub-20 do Vasco, Marcus Alexandre, após gol (Foto: Carlos Gregório Jr.)

Alan recebeu o carinho dos companheiros de time e do técnico do sub-20 do Vasco, Marcus Alexandre, após gol (Foto: Carlos Gregório Jr.)

O lateral marcou o gol da vitória desta quarta aos seis minutos do segundo tempo. Ele pegou a bola na intermediária, passou por dois jogadores do Flamengo, com direito a drible da vaca, saiu na cara do gol e tocou sem chances para o goleiro Gabriel Batista. Um golaço. Mas segundo o próprio autor, não foi seu gol mais bonito na carreira:

– Uma das minhas características é cortar para o meio, sair fintando todo mundo e sair de cara para o gol ou tocar para o meio. Tive a felicidade de sair de cara para o gol e concluí. Foi um dos gols mais bonitos (da carreira). Mas ainda acho mais bonito o gol que eu fiz na semifinal contra o Botafogo.

Após o fim de semana, Alan e cia. reforçarão novamente o sub-20, para a partida de volta contra o Fla, que decide o título carioca. Na próxima quarta-feira, ele volta a Moça Bonita para, quem sabe, finalizar com uma taça sua passagem pelas categorias de base do Cruz-Maltino, e emplacar de vez entre os profissionais.

Fonte: Globoesporte.com

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