Professor do Vasco toma aula do Botafogo

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Gol marcado por Caio Monteiro não foi, nem de longe, o bastante para apagar a impressão da total falta de ideias do Vasco no clássico

Toda a erudição dos cursos da UEFA não adiantaram nada e o time do Milton Mendes foi engolido pelo time do jovem Jair Ventura. E o 3 a 1 foi um placar que não pareceu dar muito trabalho ao Botafogo para ser construído. Basta esperar os vacilos do Vasco, ir lá e marcar.
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Aliás, pelo que vemos do Vasco, fica a curiosidade em saber o desempenho do técnico vascaíno nesses cursos. Será que foi um dos piores da turma? Teria ficado em recuperação? Algo, parece, faltou na formação como técnico do Mendes.

Porque se fala muito em táticas, mas seu time não consegue jogar nada. As peças não ajudam? Fato, temos um monte de jogadores meia-boca no elenco, mas o time não peca apenas tecnicamente. A falta de ideias, mesmo tendo mais posse de bola, é impressionante.

O roteiro já é conhecido: sofremos um gol no começo da partida, geralmente antes dos 10 minutos. O outro time se segura, passamos a ter mais posse de bola sem conseguir ameaçar realmente. Aí o adversário rouba uma bola, cobra uma falta ou escanteio e pimba, amplia o placar. Aí vem o segundo tempo, alterações sem muito sentido, mais posse de bola e nada. Em três dos quatro jogos que fizemos fora de casa, foi a mesma coisa (exceto na derrota para a Chape, que nem mais posse de bola tivemos).

Ver, a cada nova derrota, os jogadores reclamarem da falta de atenção, de que dominaram a partida e de que o outro time não fez nada (apenas os gols da vitória) não adianta. Chegamos à metade do primeiro turno e toda partida fora de casa é a mesma história. Já não era o momento do Mendes ter resolvido pelo menos parte do problema?
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Dizer que o problema é o Nenê ser titular ou reserva é reduzir demais as dificuldades do time, mas não deixa de ser sintomático: seja um veterano com menos fôlego e pernas que a molecada do elenco, é inegável que não temos no grupo um jogador com maior poder de decisão. Ainda assim, para que o esquema defensivo do Mendes dê certo, ele precisa abrir mão do jogador que – depois do Fabuloso – mais decide partidas a nosso favor. A meu ver, não encontrar um jeito de compensar a pouca combatividade do Nenê é uma amostra da capacidade do Mendes. Afinal de contas, encontrar uma solução para esse dilema é o trabalho de um treinador. Se em nove partidas nosso técnico não conseguiu nem de longe resolver essa questão, o que podemos dizer do seu trabalho? No mínimo, que ele precisa estudar mais para não ser reprovado no fim do campeonato.

As atuações…

Martin Silva – nada pode fazer nos gols, mesmo no segundo: Martin arma a barreira e ela abriu completamente, justo quando o lateral botafoguense acertou um petardo com mais de 100 km/h.

Gilberto – acertou uma bela bola no travessão. No restante, apesar de nem de longe ter sido um dos piores em campo, foi mais esforçado que efetivo

Breno – não marcava ninguém no lance do primeiro gol e cortou imbecilmente a bola para o meio da área no lance do segundo.

Paulão – uma noite pra esquecer: no primeiro gol botafoguense deu metros de liberdade para Roger marcar e acabou participando injustamente do segundo, quando sofreu uma falta invertida pelo Sr. Vuaden.
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Henrique – dessa vez não há nada que se possa falar de positivo do rapaz, que foi tão mal que conseguiu ser substituído pelo desaparecido Madson, obrigando o Gilberto a ocupar sua posição. Já o lateral chorão entrou com o jogo já definido e não chegou a contribuir em muita coisa.

Jean – mesmo jogando no sacrifício, foi quem mais se empenhou na marcação.

Douglas – nem ajudou como deveria no combate, nem conseguiu fazer qualquer diferença na criação de jogadas.

Yago Pikachu – parece ter gasto toda seu poder de evolução marcando o gol da vitória na rodada anterior. Foi uma nulidade em campo. Deu lugar ao garoto Paulo Vitor, que mesmo entrando com o time já na podre total, incomodou mais a defesa alvinegra que o Pokémon, mesmo sendo meio afobado para definir alguns lances. Teve uma boa chance em uma cabeçada, mas desperdiçou.

Mateus Vital – outra atuação apagadíssima do garoto, que não consegue se encontrar em campo com Nenê como titular. Deu lugar ao Caio Monteiro, que na sua volta ao time marcou o gol de honra mostrando boa colocação.
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Nenê – errou (muito) mais que acertou, mas pelo menos não se omitiu em campo. Exagerou nos passes errados, mas acabou participando do lance do nosso gol.

Luis Fabiano – outra vez pouco acionado, foi visto diversas vezes recuando bastante para tentar buscar jogadas. Fez a assistência para o gol do Caio.

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