Serjão Loroza: “Dos amores que tive, o Vasco é o mais antigo”

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Antes mesmo de vir ao mundo, o bebê Sérgio já tinha um time de futebol, o mesmo da fanática família. O enredo é conhecido em muitas casas e foi seguido à risca entre os Loroza. O menino teria de ser Vasco, querendo ou não. Algo tão importante quanto ser batizado. Foi assim que nasceu mais um vascaíno. Um autêntico torcedor TIM 4G, daqueles que sempre estão presentes e disponíveis quando o assunto é o Vascão.

O então garoto Serjão Loroza ainda era conhecido como Serginho. Quando começou a entender um pouquinho de futebol, aos sete anos, viu o Vasco, comandado por um jovem Roberto Dinamite, ser campeão brasileiro, em 1974. Foi mais ou menos ali que ele teve certeza de que a escolha familiar era bem maior do que uma imposição. Era algo muito mais forte.
– Não fui eu que escolhi o Vasco, foi o Vasco que me escolheu. Inevitavelmente, surgiram os questionamentos de que, se não fosse a questão familiar, como seriam as coisas? Foi naquele momento que ocorreu uma espécie de crisma, uma confirmação de batismo. Mais tarde, descobrindo a bela história do clube, veio a certeza da boa escolha. De todos os amores que eu tive, o Vasco é o mais antigo. É o meu primeiro amigo – declara-se o a ator, cantor e compositor.
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Claro que, com o novo amigo, ele teria uma grande intimidade. Veio o título estadual de 1977, conquistado em cima do Flamengo. Contra o rival rubro-negro, havia a certeza de grandes clássicos, o que atiçava a discussão na escola sobre quem era melhor: Dinamite ou Zico? O começo da década de 1980 foi responsável por alguns dos ídolos que Serjão tem até hoje:

– São muitos, mas posso citar Roberto Dinamite, Romário, Geovanni, Mauricinho, um dos últimos pontas dribladores.

Foi torcendo por estes jogadores que Serginho começou a demonstrar que o fanatismo herdado da família não tinha mais remédio.
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– Quando moleque, chegava a levar radinho de pilha pra missa e ficava escutando as partidas pelo egoísta (fone de ouvido). Até o dia em que uma freira descobriu e proibiu a prática – lembra ele.

Serginho crescia. E muito. Já não podia ser chamado no diminutivo. O aspecto físico, alvo de brincadeiras de amigos, lhe valeu um apelido de um ídolo vascaíno, que sempre era ovacionado pela torcida em São Januário. Alguém que entrava em campo em todos os jogos, mas estava longe de ser um atleta.

– Durante muito tempo da minha infância e da minha adolescência fui apelidado de Pai Santana, um dos meus ídolos – diverte-se, ao falar sobre o já falecido e lendário massagista, que teve mais de 50 anos de serviços prestados ao Vasco e era conhecido pelos trabalhos espirituais e pelo ritual de estender a bandeira vascaína e beijá-la ao entrar em campo.

O carisma e o talento de Serjão o levaram aos palcos. Inicialmente como ator de minisséries, novelas, filmes e peças de teatro e mais tarde como cantor. À galeria de ídolos vascaínos dele foi incluído Edmundo, sobretudo após as atuações na conquista do Campeonato Brasileiro de 1997.
Se como ator Serjão nunca teve a oportunidade de interpretar um personagem vascaíno, como cantor ele fez parte do DVD de 113 anos do clube, em 2011. Na ocasião, ele gravou as músicas “Eu levo a cruz de malta no meu peito” e “São Januário, meu caldeirão”, muito entoadas nos jogos do Vasco.
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– Um dos meus maiores orgulhos foi ter participado do show ao lado de vários ilustres vascaínos. Recentemente, compus em parceria com Hamilton Fofão, da Serrinha, o samba-enredo “Casaca”, que foi bastante elogiado, inclusive por não-vascaínos. A ideia é lançá-lo nas plataformas digitais em breve – disse ele.

O momento politico conturbado do clube preocupa Serjão, que acredita que o lema de que o Vasco é o time da virada precisa ser colocado em prática.

– É preciso acreditar que exista algo em termos de administração melhor do que temos visto no Vasco. Sem proselitismos políticos, não é possível que um clube com a nossa tradição e a nossa torcida fique à mercê de situações tão indesejáveis. Está na hora da virada. O Vasco merece!

Patrocinadora de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco, a TIM contará a história de outros torcedores famosos que dão “a maior cobertura”, “que estão sempre presentes” e “disponíveis” para o seu time. Afinal, os quatro maiores times cariocas merecem a maior cobertura 4G do Rio e as melhores histórias para serem compartilhadas.

Fonte: Lance.com
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