Vasco enfrenta a Ponte Preta e reencontra Rodrigo com velhos problemas defensivos

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Mudam-se os nomes, os rostos, a idade, mas não o desempenho defensivo do Vasco na temporada. A partida deste domingo, às 19h, contra a Ponte Preta, em Campinas, marcará o reencontro do time com Rodrigo, principal nome da zaga de São Januário entre 2014 e 2017. A saída pela porta dos fundos deixou traumas nas duas partes e o desempenho na sequência gera a pergunta: fez diferença?

Os números dizem que não. Na verdade, a média de gols sofridos pelo Vasco com os reforços Breno e Paulão em campo é maior do que a que o time tinha com Rodrigo. Com a derrota de 3 a 0 para o Cruzeiro, o Cruz-Maltino acumulou 30 gols sofridos no Brasileiro – a defesa é a segunda mais vazada, e apenas o Atlético-GO penou mais: 31 vezes.
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A saída do jogador serviu para diminuir a média de idade do elenco e facilitar a vida de Milton Mendes na administração do elenco. Em 2016, o relacionamento ruim entre Jorginho e Rodrigo, este último com o apoio de Eurico Brandão, vice de futebol, contribuiu e muito para a saída do treinador.

Depois que a dupla de zaga Luan e Rodrigo foi desfeita, Paulão e Breno assumiram o posto como titulares, tiveram sequência de nove partidas seguidas, até que as lesões e suspensões passaram a atrapalhar Milton Mendes. Hoje, ele deverá iniciar a partida com Breno e Lucas Rocha, a quarta dupla diferente nas últimas quatro partidas do Vasco.

– A falta de entrosamento sempre atrapalha, porque acabamos tomando gols nos detalhes – lamentou o volante Jean.

Fonte: EXTRA
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