Vasco irá à Polícia Civil e vê brecha para jogos fora do Rio de Janeiro

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Finalizado o primeiro julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que decidiu pela perda de seis mandos de campo e a interdição de São Januário, o Vasco começa a se movimentar nos bastidores para minimizar os danos. Duas frentes serão abertas nos próximos dias: o clube vai à Polícia Civil com novas provas para provar que foi prejudicado na confusão do dia 8 de julho; e a diretoria começará a analisar onde mandar os jogos a 100 quilômetros do Rio de Janeiro.

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Vasco vai à Polícia para tentar provar que foi prejudicado na confusão no dia 8 de julho em São Januário (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)Vasco vai à Polícia para tentar provar que foi prejudicado na confusão no dia 8 de julho em São Januário (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

Vasco vai à Polícia para tentar provar que foi prejudicado na confusão no dia 8 de julho em São Januário (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

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A tese do Vasco é de que a principal responsável pelos incidentes em São Januário foi a Polícia Militar. Em depoimento ao STJD, o presidente Eurico Miranda chegou a usar o termo “ato terrorista” para definir o que acredita que foi um caso premeditado para prejudicar o clube. Por isso, o clube busca mais provas para abrir o máximo de procedimentos possíveis na Polícia Civil.

– Foi um ato terrorista, isso não se consegue prever. Houve em Londres um incidente com bomba, e não se interditou o estádio. A polícia identificou e foi atrás prender. O clube não quer dizer que está tudo normal. Mas essa responsabilidade tem de ser mitigada pelo tribunal. O clube se cercou de todos os cuidados. Não há tentativa de invasão, as pessoas subiram no alambrado para chamar a PM para a briga, depois das bombas no meio da torcida – disse Eurico.

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Na última semana, o clube deu entrada na 17ª Delegacia com pedido de apuração de ações que considerou que caracterizam “ilícitos penais diversos”. Na notícia-crime protocolada, há exemplos de pessoas em redes sociais incitando a violência e ameaças a Eurico.

São Januário está interditado por tempo indeterminado (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)São Januário está interditado por tempo indeterminado (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

São Januário está interditado por tempo indeterminado (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

Regulamento tem brecha sobre mando de campo

Enquanto espera o julgamento no Pleno do STJD, o Vasco analisa suas possibilidades. No Rio de Janeiro, a opção mais viável para mandar os jogos é Volta Redonda. Porém, o clube identificou no Regulamento Geral das Competições de 2017 uma brecha.

O segundo parágrafo do artigo 63 indica que “o estádio substituto poderá situar-se em outro estado, desde que a federação local que estiver recebendo a partida esteja de acordo”. O Vasco aguarda um posicionamento da CBF em relação a isso para avançar nas tratativas.

Ao saber da possibilidade de punição ao Vasco, a administração da Arena da Amazônia, em Manaus, ofereceu o estádio ao clube. Entretanto, o longo deslocamento não agrada, e a cidade é considerada improvável para receber jogos.

Fonte: Globoesporte.com

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